Castanheira de Pêra

Turismo

 Lagar do Lago

 

O turismo em Castanheira de Pêra caracteriza-se sobretudo pelo aproveitamento dos seus recursos naturais, ideiais para os amantes da natureza. O próprio artesanato e a gastronomia são reflexos desse contacto intimo com o meio envolvente.

 



Ao longo da Serra da Lousã, vários miradouros oferecem uma vista privilegiada sobre o Buçaco e sobre o oceano Atlântico, sobre o Espinhal e o maciço de Porto de Mós, sobre a Gardunha e os Cântaros da Estrela, o Caramulo e a Gralheira.


A 1.204 metros de altitude, encontra-se a Ermida de Santo António da Neve e os três Poços do Antigo Real Neveiro, de onde saía gelo para a Corte, em Lisboa.


O Vale da Ribeira de Pêra


Quando se desce a Serra da Lousã em direcção ao rio Zêzere, as águas cristalinas da Ribeira de Pêra apresentam pequenos açudes, piscinas naturais e quedas de água onde saltam as trutas características da gastronomia da região. Esta Ribeira é alimentada por várias linhas de água, entre as quais, as Ribeiras de Gestosa e da Fonte da Telha.


Jardim da Casa da Criança e Casa da Criança - Castanheira de Pêra

Edificada em 1939, pelo Dr. Bissaya Barreto, médico cirurgião natural de Castanheira, a Casa da Criança Rainha D. Leonor esteve inserida num programa de beneficiência levado a cabo em toda a região centro. Funcionou durante muitos anos em regime de externato e internato; hoje em dia é uma creche e jardim de infância. Enquadrado num belo jardim, constitui um bom exemplar arquitectónico no estilo de cor e azulejo que caracteriza a obra do Dr. Bissaya Barreto.
 
Poços da Neve


São actualmente três os poços do antigo real neveiro, de onde saía gelo para a corte, em Lisboa. Dada a sua raridade foram classificados imóveis de interesse público pelo decreto I/86, de 3 de Janeiro.


Estes três poços tem o seu interior redondo, sendo que dois são octogonais no exterior e um é circular.


Estão cobertos por abóbadas de pedra em forma de sino achatado, tendo sido construídos com a pedra negra da região.


A  porta é estreita, virada para nascente, para evitar que, quando o sol é mais forte, possa entrar pela estreita porta e derreter a neve ali guardada.


Os homens desciam ao fundo destes poços, usando escadas de mão, feitas em madeira.  A neve conservava-se nestes reservatórios até ao verão.


A neve era levada para Lisboa, no verão, cortada em blocos, cuidadosamente envolvidos em palha, fetos, mesmo em serapilheiras ou, ainda, metidos em caixotes.

O transporte era feito, numa primeira etapa, em carros de bois.


Este transporte de neve era assistido por protecções legais, como as que abrigavam os povos dos múltiplos lugarejos encontrados pelo caminho a repararem ou substituírem, com rapidez, as carroças danificadas. Do mesmo modo eram facilitadas as passagens de neve pelas portagens ao
tempo existentes.

 

 Igreja Matriz de Castanheira de Pêra


A Igreja Matriz de Castanheira de Pêra foi construída em 1700 e tem como santo padroeiro S. Domingos. Tem sofrido, ao longo dos tempos, diversas obras de restauro.


Actualmente pode-se apreciar um conjunto arquitectónico interessante, com o altar em talha dourada, os azulejos pintados à mão e o neo-clássico da sua sóbria fachada.
 
Espelho de Água / Piscinas Fluviais


Construídas em xisto, estas piscinas estão enquadradas num cenário onde os campos agrícolas e a serra se combinam. Ideal para banhos refrescantes no verão. É considerado um dos locais mais aprazíveis da vila.
 
Zona Pitoresca da Vila


Por ruas e vielas, pode descobrir-se uma parte menos explorada da vila onde a arquitectura típica se revela em ruas estreitas, que conduzem ao centro da vila, por entre escadarias, ao encontro do fontanário municipal e Vale das Figueiras.


 

 

Zona Antiga da Vila


A zona antiga da Vila é também a mais central, encontrando-se aí casas dos finais do séc. XIX e do início do séc. XX. Recentemente calcetada e interdita ao trânsito automóvel.


Um aspecto curioso desta zona são as velhas mercearias, que ainda guardam a decoração original.
Nesta zona pode observar-se a Casa Pimentel, onde em tempos funcionaram os primeiros Paços do Concelho, actualmente um espaço de exposições.


Merecem destaque as janelas ogivais neo-góticas bem como as elegantes varandas de ferro forjado.
 
O Mural e as Avenidas Verdes


A história da Vila está representada num Mural em azulejos, situado nas Avenidas Verdes. A Princesa Peralta, o primeiro foral, os tempos do alvor da indústria têxtil, os ilustres de Castanheira e as perspectivas para o futuro, são as representações que se encontram no Mural.

 

Na direcção de Ribeira de Pêra pedem apreciar-se algumas casas apalaçadas.

 

Casas Apalaçadas


A testemunhar tempos áureos da indústria têxtil no concelho, encontra-se por toda a Vila e em particular na Rua João Bebiano, casas apalaçadas representativas da arquitectura do início do séc. XX. Construídas por proprietários das antigas fábricas têxteis, continuam hoje na posse das mesmas famílias.


A Ponte dos Esconhais e Parque Azul


Deste local pode observar-se e sentir a pacatez que se vive na Vila e nos terrenos férteis atravessados pela Ribeira de Pera, enriquecida pelo chilrear dos pássaros e o correr das águas.
 
 
Percurso do Coentral


As Margens da Ribeira das Quelhas
Este percurso inicia-se e termina na aldeia do Coentral.
Nesta etapa, segue-se junto à ribeira num trilho que se encontra relativamente definido e com início junto do capril comunitário, que abriga os rebanhos da aldeia.


Carvalhos, azevinhos, castanheiros, amieiros e salgueiros, bem como alguns tufos de gilbardeira e fetos, nomeadamente o feto real, fazem parte da vegetação dominante.
 
 As Cascatas das Quelhas


Seguindo a ribeira, poderá até saltitar de uma para outra margem, conforme lhe parecer o melhor caminho até começar a avistar as belas cascatas que se vão despenhando estrondosamente, formando pequenos lagos de água cristalina, que convidam a banhos privilegiados e recatados.
 
 
As Fragas das Quelhas


Depois de se passar a cascata mais alta, observa-se um paredão de pedra granítica. Subindo as fragas em direcção ao norte, podem observar-se pequenos núcleos de vegetação que milagrosamente ali sobrevivem.

 

Segundo o ponto de vista botânico este é um local único porque, lado a lado, encontram-se, a quase 1000 metros de altitude e penduradas nas paredes rochosas, seculares e imponentes exemplares de azevinho e azinheira. 
 
A Estrada Branca


Após uma árdua subida, entre urzes, carqueja e afloramentos rochosos, atinge-se uma estrada branca em direcção a oeste ( para a esquerda), a descer até quase ao Coentral. Aí, existe do lado direito, na estrada de alcatrão, uma reentrância que indica uma levada de água.
 
O Vale Silveira


Depois da levada de água, que em tempos desempenhava um papel importante na agricultura de subsistência, encontra-se uma ponte de madeira que indica o Vale Silveira, local de rara beleza, enriquecido por uma vegetação luxuriante, dominada por castanheiros, constituindo um souto, num espaço relativamente plano, ladeado de água e muros em pedra tosca.
 
 
A Caminho do Coentral


Após saboreada a presença no Vale Silveira, é tempo de voltar para o Coentral, apreciando as belas cascatas da Ribeira de Coentral Grande, por um caminho rodeado por castanheiros, carvalhos e salgueiros que levará até ao Coentral.

 

 Praia das Rocas

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Praia das Rocas, uma praia artificial baseada nas praias da Polinésia francesa, com Bangaloos e ondas artificiais. Um projecto ambicioso para o Turismo Local, que irá proporcionar muitos momentos de lazer e bem estar a todos o que nos visitam. Porque não dar uma olhadela desta futura praia magnifica. Clique Aqui

 


 

Outros locais de interesse turístico:


Casa do Neveiro Mor


Casa do Bispo


Casa dos Padres


Forno Comunitário


Parque Municipal de S. João da Mata


Parque das Merendas


Espelho de Água do Corga


Recanto da Fonte do Cimo


Fonte do Pinçal


Fonte da Retorta.